Vingadores: Guerra Infinita (Avengers: Infinity War, 2018)

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Quando a franquia “Vingadores” surgiu, impressionou o mundo, pois pela primeira vez teríamos tantos super-heróis em um único filme. Depois veio a “Era de Ultron” e agora “Guerra Infinita”, que é a apoteose da série.

E quando foi divulgado que neste teríamos a fusão dos “Vingadores” com os “Guardiões da Galáxia”, confesso que duvidei que daria em um bom filme, mas me enganei redondamente. Pois se você espera um entretenimento de qualidade, em que as longas 2 horas e meia nem são sentidas, achou o que queria.

O principal mérito de “Vingadores: Guerra Infinita” é dar mais destaque ao famoso vilão Thanos, pois poucas vezes se viu um antagonista tão bem construído. Thanos é um gigante roxo, poderoso, temido, mas que tem sentimentos e tem um “motivo” para as maldades, que chega a chorar para fazer valer a sua “causa”. E Thanos é o grande protagonista do longa, tudo gira em torno dele.

Entre os heróis, quem mais se destaca é o Thor (Chris Hemsworth), que, ao contrário dos longas anteriores, neste ganha importância. Já outros pouco aparecem e fazem praticamente uma ponta, como a Viúva Negra (  Scarlett Johansson) e o Pantera Negra (Chadwick Boseman). O Homem-Aranha (Tom Holland) continua sendo o alívio cômico e funciona bem. Já Homem-Formiga (Paul Rudd), estranhamente, não aparece no filme.

Os cenários e os efeitos especiais são impressionantes, incluindo Wakanda, terra do Pantera Negra, que também aparece no longa. E o roteiro, mesmo contando com mais de 20 heróis, é redondo, sem buracos. Aliás, este é o filme mais sombrio da Marvel até agora.

Sinopse: Thanos (Josh Brolin) enfim chega à Terra, disposto a reunir as Joias do Infinito. Para enfrentá-lo, os Vingadores precisam unir forças com os Guardiões da Galáxia, ao mesmo tempo em que lidam com desavenças entre alguns de seus integrantes.

Aviso: Tem uma cena depois de TODOS os créditos, que é a deixa para “Vingadores 4”.

 

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